Descubra Quem é o Novo Poderoso Conselheiro do CNJ!

O recém-nomeado membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é neto do ex-ministro Murilo Badaró, advogado com significativa trajetória na área jurídica. A proximidade com seu avô influenciou sua escolha pela carreira de Direito, já que Murilo não apenas apoiou sua formação acadêmica, mas também teve um papel ativo na orientação de seus estudos. Ele enfatizava a importância dos legados familiares, compartilhando histórias de seus antecessores que também tiveram papéis de destaque na política e na justiça no Brasil. Para ele, o maior legado que poderia deixar a seus descendentes não eram bens materiais, mas um nome respeitado.

No CNMP, onde atuou como conselheiro, ele se destacou por sua independência e compromisso em combater abusos. Entre suas conquistas, estão a aprovação do Código de Ética do Ministério Público, a proposta de resoluções sobre assédios e a promoção de discussões sobre paridade de gênero e o uso de inteligência artificial na Justiça. Ele sempre buscou agir dentro da legalidade, reconhecendo a importância da advocacia e do trabalho do Ministério Público na defesa da justiça. Sua experiência no CNMP foi marcada também pela realização de debates voltados ao meio ambiente, nas preparações para eventos como a COP30.

Agora, ao assumir a vaga no CNJ, ele ressalta que sua atenção às prerrogativas da advocacia permanece firme. Afirmou que a advocacia é uma parte essencial da cidadania e deve ser considerada no contexto das relações com o Senado e o sistema judiciário. Sua intenção é dialogar e buscar consensos, reforçando que a justiça não pode existir sem a contribuição de todos os envolvidos, incluindo advogados e legisladores.

Às partes interessadas, ele promete atuar com abertura e respeito, mantendo um canal de comunicação estabelecido, sempre focado em melhorar a celeridade e a imparcialidade da Justiça. Reconhecendo a necessidade de confiança na justiça, ele enfatizou que a demora na resolução de conflitos é um grave problema que afeta muitas pessoas que buscam seus direitos.

Em termos de legado no CNJ, ele pretende utilizar sua experiência como advogado e conselheiro, para promover o uso de tecnologias que possam desburocratizar o judiciário, além de garantir que não haja substituição de decisões humanas por máquinas. Seu objetivo é cultivar um ambiente de transparência, respeito à ampla defesa e garantir que soluções para conflitos sejam atingidas de forma equilibrada. Através de suas experiências em diferentes setores do sistema judiciário, espera contribuir para a construção de um judiciário mais eficiente e sensível às necessidades da população brasileira.

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